quinta-feira, 12 de julho de 2012

              Entenda os tipos de separação

Divórcio Direto: O casal pode se divorciar diretamente, perante o juiz de Família, após dois anos da separação de fato, ou seja, do momento em que as pessoas passaram a não viver mais como um casal. Esse tempo deve ser comprovado por testemunhas.
Divórcio Conversão: O casal, estando separado judicialmente há mais de um ano, pode requerer o divórcio.

Consensual
: As partes concordam com os termos, havendo somente a necessidade da presença de duas testemunhas que atestem que o casal está separado de fato há mais de dois anos.

Litigioso:
Poderá ser pedido após dois anos de separação de fato comprovada.
Deve-se observar que é necessário um advogado ingressar com a separação judicial ou divórcio. Ninguém pode agir em juízo sem a assistência de advogado legalmente habilitado para exercer esta função. A solicitação em qualquer órgão do Poder Judiciário é atividade que só um advogado pode desempenhar.
Desquite – De acordo com a Lei nº 6.515/76, com relação à nomenclatura, as expressões desquite litigioso e desquite por mútuo consentimento, deram lugar à separação litigiosa e separação consensual respectivamente. O termo desquite não existe mais.
Separação consensual
Quando existe a concordância plena entre as partes sobre a separação em tese, é muito mais simples. Se o casamento foi há mais de um ano (tempo mínimo para o primeiro passo, que é o pedido de separação) ou se o casal está efetivamente separado há no mínimo dois anos (quando se entra com o pedido de divórcio, propriamente), e se eles concordam que não dá mais para ficar juntos, o processo anda com muito mais facilidade. O casal vai para a Justiça em perfeito acordo sobre partilha dos bens, visita aos filhos, pensão e que sobrenome manter.
Separação Judicial
É o caminho mais simples e imediato que os casados dispõem para promover dissolução da sociedade conjugal. A separação judicial pode ser consensual (sem litígio), ou pode ser contenciosa (com litígio). Quando é consensual, as duas partes devem estar de acordo com os termos da separação. Quando há litígio é porque um dos cônjuges não aceita a separação ou os termos impostos pelo outro cônjuge.
Em síntese, a separação judicial pode ser homologada pelo Juiz apenas com base na vontade das partes, mas, para o decreto de divórcio, não basta que os cônjuges assim o queiram. Para que o casamento possa ser dissolvido há necessidade de que o Estado participe, permita, examine o processo e confira se os requisitos legais estão atendidos. Só então, decorrido o prazo que a lei estabelece, é que será concedido o divórcio.
Portanto, deve ser observado que a separação judicial tem o poder de dissolver a sociedade conjugal e cessar os seus efeitos civis, mas não é suficiente para dissolver o casamento. Quem está separado judicialmente não tem deveres conjugais com o outro cônjuge, mas também não poderá casar-se novamente sem que promova o divórcio.



                        *O processo interno da separação*

Toda separação inclui dois processos: o externo e o interno.
O externo é a separação formal, a parte jurídica, a partilha dos bens, as comunicações feitas aos filhos, familiares, amigos, a guarda dos filhos, pensão etc.

O processo interno da separação é o processo psicológico e emocional. Muitas vezes a decisão de separar-se poderá estar relacionado com a infância.

O modelo de relação dos pais que a criança tem permanece arquivada em seu inconsciente e pode fazê-la agir conforme a referência de relação que foi registrada. Uma das partes pode se dar conta de estar repetindo ou, ainda, com medo de passar pelo mesmo que presenciou na infância, como brigas e discussões freqüentes. É freqüente filhos de alcoólatras casarem com outro alcoólatra.
Mas o processo interno começa mesmo quando decididamente você chega a conclusão que não dá mais. Nem sempre é fácil chegar a essa conclusão. E, se ainda houver dúvidas, pergunte-se: "Me sinto insatisfeita com qual situação? Meus valores coincidem ou conflitam com os da outra pessoa? Quais os objetivos que ainda temos em comum? Compartilhamos responsabilidades, decisões e compromissos?" Ou seja, reveja como está o vínculo, a relação.
E, por fim, é importante saber se ainda há amor. Pergunte-se: "Amo essa pessoa? Quero continuar a viver com ela? Quero continuar a ser tratada da maneira como tenho sido?" E ouça todas as respostas. Se ainda existe amor, reflita se não é possível reconstruir a relação e tente mais uma vez o diálogo.
Além de todo esse questionamento, não esqueça que o relacionamento é feito a dois e, para que exista, é necessário que ambos queiram. Se um não quer mais, o relacionamento se desfaz de qualquer maneira. A sua parte é de 50% e você não poderá fazer 100%. Assumir o papel de vítima: "ninguém me ama, ninguém me quer", de nada irá ajudar.
É possível, apesar de não ser comum, separar-se sem agressões, manipulações, jogos de culpas, perseguições, mas tentar despedir-se do outro por chegar a conclusão de que não existem mais vínculos, objetivos em comum, não existe mais amor. Claro que nem sempre é fácil assumir tudo isso e ser apenas racional, mas é preciso, nesse momento, dar espaço para que cada um reconstrua sua vida sem chantagens. Como também é preciso dar espaço para a tristeza pelo término de uma história que chegou ao fim.
Se um de vocês ainda sente amor, é preciso questionar que amor é esse, unilateral, sem troca, comunicação. Afinal, antes de mais nada, devemos amar e respeitar a nós mesmas. Mas durante esse processo o que mais perdemos é o respeito pelos próprios sentimentos e o amor-próprio. Contentar-se com migalhas de amor é o maior sinal de que deixamos de nos amar. O mesmo vale para quem se deixa ficar em depressão, querer morrer, ou sair fugindo da relação, sem assumir a responsabilidade por tudo aquilo que um dia se acreditou.
Outra atitude destrutiva é o desejo de vingança, "Se eu não tenho ninguém mais vai ter", como continuar dependente financeira, física ou emocionalmente. Nada disso irá ajudar no processo de reconstrução. Reconstruir não significa querer viver tudo aquilo de novo, ainda que seja com outra pessoa. É muito mais aprender com a experiência passada, refletir sobre os erros, acertos e viver muito mais consciente do que se deseja e espera de um relacionamento. É se permitir unir-se a alguém só depois de ter encontrado a si mesma.
Evite agir sem pensar, entrando em relacionamentos apenas para suprir carências, que na verdade, não serão supridas dessa forma, muito pelo contrário, poderão ficar mais intensas e potencializadas e com maior tendência em repetir o mesmo processo com outra pessoa.
Por mais que a parte formal da separação tenha sido resolvida, o processo de separação ainda se estende por algum tempo, ao menos do ponto de vista emocional. Isso porque passamos, ainda que inconscientemente, por um processo de luto. Esse período varia em cada pessoa, podendo durar de seis meses a dois anos.
O importante é se permitir elaborar cada uma das fases para poder se recuperar e reconstruir. É necessário elaborar a perda - sem negar, aceitar a dor que o processo provoca, sem punir-se ou fugir do que estiver sentindo. Agora é o momento de fazer mudanças, uma verdadeira reforma emocional através da crise que está passando, elaborando e transformando seus sentimentos. Só assim conseguirá reconstruir sua vida sob alicerces firmes e muito mais estáveis e seguros.
     



Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, ou dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe ?O Verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chama impulso vital'. Pois esse impulso, às vezes cruel, não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'Estou contente outra vez' . "
[Caio Fernando de Abreu]


**Rotina e Separação**


É porque, quando temos a certeza da conquista, perdemos o encantamento. Quando se perde o encantamento, contagem regressiva para a rotina, daí vem o término, daí vem a dor ... Mas dor de que ? Você deixou se perder! O problema está em se acomodar, em ter certeza de que ela já é sua, não precisa mais lutar pra consegui-la. Pronto, você acabou de cometer o maior erro do seu relacionamento, você precisa sim lutar para consegui-la. Já ouviu falar em : "Quem não dá assistência, abre concorrência" ? Tudo bem que essa frase vulgariza um pouco os sentimentos de qualquer um, tão Bela na teoria, tão Feia na prática ...
Um dia cansa e nesse dia acaba, e você fica se perguntando, dias e noites seguidas de uma semana inteira, o que pode ter feito de errado, e nunca vai encontrar a resposta, pra mais óbvia pergunta. Nesse momento se tem certeza que fez o possivel, deu o melhor, e não funcionou ... Acontece que ex-namorado, não vira ex-namorado sem motivo algum, por mais que as coisas e pessoas mudem, o mundo gire, aquele carinho, afeto, satisfação e até insatisfação permanecem. E aquele friozinho na barriga precisa permanecer junto. Histórias não se rebobinam, infelizmente! Nesse momento cabe a você, somente a você, não deixar o tal encantamento ir embora ... Você lembra quando a olhou pela primeira vez, o toque das mãos, e o "som" da respiração ... Foi lindo, mágico, eterno e se petrificou. Ambos prometeram, ali, no auge do batimento cardíaco a mil por hora, que iria ser assim, pra sempre.
Depois disso, na maioria das vezes, vira relação "io-io", daquele tipo vai e volta, que sempre machuca, que dá aquela sensação de ser sozinha em momentos de querer estar junto, que dói em lugares que você nem sabia existir. Vai ver que algumas histórias você precisa "reviver" nem que seja pra errar de novo, pra perceber que tudo continua igual, e que você não quer aquilo, mais uma vez, não sei exatamente o limite pra isso, cada um tem o seu, e eu não sei nem o meu...

quarta-feira, 11 de julho de 2012

SETE PISTAS PARA IDENTIFICAR HOMENS E MULHERES QUE TRAEM
1. Os homens costumam ficar mais avoados e distraídos, com o pensamento distante 1. Com a autoestima elevada, as mulheres ficam mais fogosas e dispostas a experimentar novidades na cama
2. Ele passa a ouvir músicas românticas, diferentes do estilo habitual, inclusive aquelas que sempre detestou 2. As mulheres que cozinham bem passam a cozinhar melhor. As que não sabem fritar nem um ovo, de repente, passam a promover jantares
3. Compra cuecas e meias novas – até então, a mulher se encarregava disso 3. Começam a dizer que fizeram novas amigas, e para poder se encontrar com o amante, dizem que vão sair com “elas”
4. De uma hora para outra, fica organizado: para de deixar as roupas espalhadas e de esquecer o celular 4. A mulher fica mais atenta a tudo, principalmente aos cuidados com a casa
5. Ficam indispostos para sair, alegando falta de dinheiro, dor de cabeça ou preocupação excessiva. Estão sempre tensos 5. Embora seja mais discreta, a mulher se sente valorizada por ter um amante, e isso a torna mais confiante
6. Embora tente disfarçar, o apetite sexual masculino diminui. Pelo menos, com a “oficial”6. Para compensar as "puladas de cerca" e evitar que o parceiro descubra, ela fica mais carinhosa
7. Dão presentes e flores sem nenhum motivo especial e ligam ou mandam e-mails para saber se “está tudo bem”7. Usa o celular sem falar o nome do interlocutor e mais ouve do que fala

O HOMEM QUE TRAI FICA EXTREMAMENTE NERVOSO QUANDO:

1. A mulher, em um misto de sutileza e cinismo, faz perguntas como: “Eu seria capaz de matar se soubesse que estou sendo traída. E você, perdoaria uma traição?” ou “Acho que Fulano está traindo Beltrana. Ele é muito mau caráter, não acha?”
2. A mulher ou namorada avisa que vai buscá-lo no trabalho bem no dia daquela “reunião” que vai acabar muito tarde
3. A “outra” liga. Em geral, os homens tentam assumir um tom de voz mais formal para disfarçar e até se referem à amante como “Sr. Fulano”, mas a modulação da voz entrega que estão conversando com uma mulher

A MULHER QUE TRAI FICA EXTREMAMENTE NERVOSA QUANDO:

1. Alguém comenta que a viu na rua. “Sério? Onde? Quando? Tem certeza absoluta que era eu?”
2. O parceiro pergunta em que ela está pensando
3. As amigas mais íntimas comentam com o parceiro que ela está distante e ausente
*Detetive cita sete pistas para identificar homens e mulheres que traem*
http://img.uol.com.br/ico_assistir.gif Traição pode fazer bem ao relacionamento; assista ao vídeo Esqueça aqueles velhos clichês de novelas e filmes dos anos 80 em que a esposa desconfiada investiga os pertences do marido até achar uma malfadada mancha de batom no colarinho da camisa ou um comprovante de cartão de crédito com nome de motel. Hoje em dia, os batons têm melhor qualidade, os motéis se escondem sob a sutileza de uma razão social pouco sexy e os infiéis estão um pouco mais atentos para não deixar pistas tão evidentes da traição.
Mas mesmo assim, segundo a detetive particular Angela Bekeredjian, de São Paulo (SP), ainda é possível perceber sinais que indicam a infidelidade do outro. “Namorados, noivos ou cônjuges têm seus próprios costumes e particularidades que somente os dois podem entender. Quando um ou outro muda seu jeito de ser, é bom ficar alerta. A mudança pode ser sutil e, em muitos casos, não é para pior, mas para melhor”, conta.
Há quase 50 anos investigando homens e mulheres que traem, “Angela Detetive”, como é conhecida, cita uma mudança de comportamento que pode ser suspeita. “Um bom exemplo é o marido que passa a encher a esposa de presentinhos sem motivo especial”, afirma.
Foi o que aconteceu com a artista plástica curitibana Marina Vicente, de 35 anos. “Meu ex-marido, de repente, começou a me trazer bombons, flores, revistas importadas super caras e outros presentes sem motivo algum. Comecei a desconfiar, pois ele sempre foi pão-duro. Resolvi segui-lo e confirmei a suspeita: tinha outra na jogada”, revela.
A neuropsicóloga Gislaine Gil, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo (SP), diz que hoje em dia as mulheres traem tanto quanto os homens. “Isso acontece principalmente com as mais novas, pois a conquista do mercado de trabalho ampliou as oportunidades de trair. Para elas, há uma ‘vitrine’ tentadora de homens”, conta.
Segundo a detetive paulista, as mulheres também são mais cuidadosas para não levantar suspeitas. “Enquanto levo duas semanas para provar que um homem está tendo um caso, posso demorar meses para comprovar a traição de uma mulher. Elas não são óbvias”, diz.
Para a psicóloga e terapeuta Erica Brandt, de São Paulo (SP), quem comete uma infidelidade passa a demonstrar “valorização da aparência em todos os sentidos e um estado diferente de alegria”.
O UOL Comportamento pediu à Angela Bekeredjian que citasse sete pistas para identificar homens e mulheres que traem. Apesar de indicarem a possibilidade de o outro estar vivendo um caso extraconjungal, a detetive particular recomenda cautela na hora de tirar conclusões, pois algumas mudanças de comportamento podem, na verdade, significar uma fase de cansaço ou crise em algum aspecto da vida.

terça-feira, 10 de julho de 2012

*Qual o significado de uma relação para você?*

Tanta gente reclamando que é difícil arranjar alguém quando nunca foi tão fácil. Seja em pistas, baladas, academias, bares, bailes, ou mesmo em sites de relacionamento, nunca foi tão fácil conhecer gente nova. Até para os mais ocupados há a possibilidade de conhecer alguém em chats ou mesmo em agências de namoro. Conhecer, entretanto, não parece ser a solução. Ficar, pegar, comer, seduzir, paquerar, ou seja, fazer a fila andar nunca pareceu tão fácil. E, ainda assim, nunca se repetiu tanto a ladainha: “como é difícil encontrar alguém”.
Meninas menos favorecidas pela natureza estão sempre acompanhadas
Suponho que não seja a matemática simples da adição de corpos e subtração das possibilidades. De um lado é a multiplicação de opções, e do outro a divisão interna entre corpo e espírito. O corpo muito mais cuidado e observado em suas demandas e necessidades enquanto o espírito, reclamão, continua à espera sem saber bem de quem ou do quê. Sim, amor e sexo podem estar em salas, cidades, mundos diferentes. Tanta gente fazendo ginástica, comprando roupas bonitas e aprendendo os últimos truques de sedução e, ao final, sem saber bem em quem o cupido deve fincar sua flecha. Uma coisa é chegar perto de alguém, outra é fazer com que isto ganhe significado. Você sabe pescar? Muito bem. E o que vai fazer com o peixe?


Lembro sempre da observação pertinaz de uma amiga que reparava que as meninas menos sedutoras ou menos favorecidas pela natureza, no que tange aos padrões atuais de beleza, costumam sempre estar em um relacionamento sério com um cara aparentemente comum, mas que as fazem rir e se sentirem amadas. A mesma amiga observava que as mais atraentes e sedutoras nunca pareciam encontrar alguém que as merecesse ou alguém que elas achassem ser uma opção suficientemente boa. Olhar feminino sobre mulheres, interessante.
Contar que pegou um peixão é o mais importante
Homens podem passar pela mesma peneira. Há os que sabem pescar e adoram a aventura de pescar, pensando sempre que o próximo peixe será ainda maior. E contar que pegou um peixão é mais importante do que qualquer outra coisa que se possa fazer com o mesmo. Por exemplo: cozinhar.

Parece que este é um instantâneo da intimidade de muita gente: sabem pescar mas não sabem qual peixe querem e nem como torná-lo uma delícia a ser degustada. Um esforço enorme em conquistar e imperícia total em aproveitar o que foi conquistado. Sabe como é: se você tem um tempero especial, um talento para lidar com a alquimia das panelas, você vai saber qual o peixe para a sua receita e torná-la inesquecível. Inesquecível não é pra sempre como um grande amor. Mas já é muita coisa.